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Skatista filipina é tão simpática que poderia ser brasileira: ela roubou o coração da web

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Patrick Smith/Equipe/Getty Images

Em meio à estreia do skate nos Jogos Olímpicos de Tóquio, a pequena Rayssa Leal não foi a única a colocar um sorriso no rosto dos brasileiros. Com uma simpatia considerada pela web como tipicamente brasileira, a skatista filipina Margielyn Didal robou a cena mesmo sem chegar ao pódio – e a alegria que ela demonstrou na competição, bem como a parceria com Rayssa, lhe renderam uma enxurrada de amor vinda do Brasil.

Filipina do skate "virou" brasileira após carisma em competição

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Ezra Shaw/Equipe/Getty Images

Novidade nos Jogos Olímpicos, a estreia do skate animou o público que vem acompanhando a competição, mas foi a categoria feminina que realmente fisgou os brasileiros. Isso porque, além da felicidade pela prata conquistada por Rayssa Leal, a filipina Margielyn Didal, de 22 anos, fez todo mundo sorrir ao esbanjar bondade e simpatia mesmo em momentos críticos.

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Patrick Smith/Equipe/Getty Images

Apesar de ter ficado em sétimo lugar na competição, Margi, como é conhecida, demonstrou o espírito de uma verdadeira vencedora. Durante os momentos em que mostrou suas habilidades nas rampas, ela reagiu com entusiasmo até após um tombo – e, além disso, ela também celebrou muito as conquistas da brasileira e gravou um TikTok junto dela, fazendo com que o público simpatizasse muito com ela.

Na web, internautas chegaram até a apontar o quanto o jeitinho de Margi é “abrasileirado”, e após ser “adotada” como brasileira, teve suas redes sociais inundadas de mensagens fofas. Diante disso, ela chegou até a agradecer o amor vindo do Brasil, contando aos seguidores que já visitou o país e ama açaí.

Expoente do skate nas Filipinas, Margi começou no esporte quando tinha apenas 11 anos emprestando pranchas de pessoas que costumavam se reunir para praticar em pontos de sua cidade, Cebu. Conforme contou o treinador da atleta em um minidocumentário disponibilizado pelos Jogos Olímpicos, apenas alguns meses após começar a praticar, ela já era melhor que metade dos rapazes.

Após vencer competições importantes, ela pôde ajudar a renovar a casa dos pais – e momentos nos quais ela fala da prática mostram que ela sempre foi pura simpatia. “Quando eu ando de skate, me sinto eu mesma. Parece natural. Não existe certo ou errado quando se trata de skate, contanto que você esteja curtindo”, disse ela no minidocumentário.

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Ezra Shaw/Equipe/Getty Images

Jogos Olímpicos de Tóquio