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Máscara reduz carga viral e pode fazer com que COVID-19 seja menos grave, diz estudo

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Gazed/Shutterstock

"Não saia de casa sem máscara": a recomendação repetida à exaustão por profissionais da saúde deveria ser seguida por todos e, recentemente, ganhou incentivo extra.

Além de garantir proteção contra gotículas contaminadas pelo coronavírus, o acessório ainda pode diminuir a gravidade de uma possível infecção, segundo aponta pesquisa realizada pela Universidade da Califórnia e pela Universidade Johns Hopkins.

Uso de máscara reduz gravidade de COVID-19

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faboi/Shutterstock

Feita com base no estudo de diversos casos, a análise realizada pelos médicos Monica Gandhi e Eric Goosby e publicada em 31 de julho de 2020 no periódico Journal of General Internal Medicine mostrou que as máscaras fazem muito mais do que "apenas” nos proteger das gotículas contaminadas pelo coronavírus.

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Angelina Bambina/shutterstock

Os pesquisadores descobriram que as máscaras de proteção também são capazes de reduzir a carga viral e, caso não sejam o suficiente para evitar infecção, podem pelo menos ajudar na diminuição dos sintomas e da gravidade da COVID-19.

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Victor Moriyama/Correspondente/Getty Images

E mais: se mesmo usando máscara uma pessoa for contaminada, ela terá mais chances de ser assintomática, ou seja, não apresentar qualquer sintoma da doença.

A exposição ao coronavírus com o uso do acessório de proteção ainda poderia aumentar a imunidade coletiva por reduzir a propagação da doença.

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Volurol/Shuttestock

Outra pista sobre a importância da máscara para a diminuição da gravidade da COVID-19 poderia ser observada em alguns países asiáticos, como o Japão, por exemplo, onde o uso do acessório já era comum antes da pandemia. Nessas regiões, as taxas de mortalidade da doença permaneceram comparavelmente baixas.

COVID-19: máscaras de proteção