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Interação com outra pessoa deve ter até 15 minutos para reduzir risco de contágio, diz médica

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Diante da reabertura de estabelecimentos e retomada de serviços em meio à pandemia de COVID-19, cuidados especiais são necessários e, recentemente, a médica epidemiologista Denise Garrett usou as redes sociais para divulgar medidas simples que ajudam a reduzir o risco de contaminação.

Como reduzir risco de pegar COVID-19 em interações

Mesmo em países que não têm a pandemia de COVID-19 sob controle, a retomada da circulação de pessoas pelas cidades já é uma realidade e, por isso, é extremamente necessário redobrar os cuidados para se prevenir contra a contaminação pelo SARS-CoV-2. Segundo Denise, que também é cientista e vice-presidente do Sabin Vaccine Institute, estas medidas de prevenção se baseiam principalmente em duas variáveis.

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Volurol/Shuttestock

Conforme explicou em um fio publicado em seu perfil no Twitter, enquanto a vacina não chega, qualquer interação com outras pessoas é uma potencial fonte de exposição à doença, e conter as transmissões dependem do tempo pelo qual a pessoa é exposta ao vírus, bem como a carga viral que ela recebe. Sendo assim, além do uso de máscaras para limitar a quantidade de vírus recebida, é preciso controlar o tempo de interação.

Para a médica, o ideal é manter as interações breves, por no máximo 10 a 15 minutos, para assegurar que o possível tempo de exposição ao vírus seja menor, diminuindo os riscos de uma infecção mais grave.

Isso, no entanto, não garante proteção completa à doença, tampouco substitui medidas já conhecidas, como manter uma boa higiene das mãos, usar máscara de proteção e evitar ao máximo aglomerações e saídas desnecessárias.

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