Saiba quais sintomas de COVID-19 são mais comuns e quais são menos frequentes

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Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a maior parte dos casos de COVID-19 se desenvolve de forma branda, mas, ao mesmo tempo, há pacientes que apresentam quadros mais graves da doença – e, por este motivo, é importante conhecer os sintomas do coronavírus. Saiba quais os sinais mais comuns (que são os mais leves) causados pelo SARS-Cov-2 e quais os menos frequentes (e graves).

Sintomas do coronavírus

Em quanto tempo aparecem?

Segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (o CDC, principal órgão norte-americano de saúde e vigilância sanitária), os sintomas de coronavírus tendem a aparecer em um período de dois a 14 dias após a exposição ao vírus, e as diferenças entre sinais brandos e sinais de gravidade maior são claras.

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Principais sintomas são os leves

Conforme explica a OMS, os principais sintomas do coronavírus são três: febre (acima de 37,8 °C), fadiga e tosse seca.

Sintomas comuns menos frequentes

Além disso, porém, pessoas com quadros brandos da doença ainda podem desenvolver sinais como dores pelo corpo, congestão nasal, coriza, dor de garganta e até diarreia, mesmo que estes sejam sintomas menos frequentes de se ter a partir da infecção por coronavírus.

De acordo com o órgão, os sintomas citados costumam ter um início gradual e se desenvolver de forma branda, sem necessidade de buscar atendimento médico emergencial. Para casos leves de COVID-19, a orientação dos órgãos de saúde é a de ficar em casa repousando e tratando os sintomas. O aplicativo do SUS ajuda na triagem dos casos do novo coronavírus, bem como o teleatendimento, pelo número 136.

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Sintomas menos comuns e graves

Segundo o CDC, os sinais de emergência da infecção por coronavírus são: dificuldade respiratória, falta de ar, dor persistente ou pressão no peito, confusão mental súbita e cianose (coloração roxa em regiões como as pontas dos dedos e os lábios, indicando má oxigenação do organismo).

De acordo com a OMS, as manifestações graves são as menos comuns, atingindo cerca de 20% da população infectada.

Para pacientes com estes sintomas (geralmente idosos e pessoas com comorbidades como diabetes, doenças cardiorrespiratórias, entre outras), o indicado é buscar atendimento médico emergencial, pois indica um caso grave de COVID-19.

Outra questão levantado em estudos recentes é a de que coronavírus pode causar conjuntivite em casos raros. Isso, porém, não foi um sintoma relacionado necessariamente a casos graves, e as pesquisas sobre o assunto ainda são preliminares.

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Infecção pode ser assintomática

É preciso lembrar, porém, que dados de órgãos de saúde apontam o fato de algumas pessoas infectadas pelo novo coronavírus não apresentarem sintomas. Como mesmo assim elas ainda podem transmitir a doença, há a recomendação de que as pessoas saiam de casa o mínimo possível para evitar a propagação do vírus (especialmente em caso de contato com pacientes confirmados da doença ou viagem ao exterior).

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