4 efeitos colaterais do DIU Mirena que fazem mulheres desistirem de colocá-lo

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Contraceptivo com formato da letra T ou de uma ferradura que é inserido no útero, o DIU (dispositivo intrauterino) passou anos “esquecido” para, agora, voltar a aparecer como um dos métodos queridinhos para evitar uma gravidez indesejada.

Bastante eficaz, o DIU pode ser de cobre ou Mirena (hormonal), sendo o segundo composto pelo hormônio levonogestrel, que é um subtipo sintético de progesterona, que previne a gestação ao afinar endométrio e alterar o muco cervical que facilita o deslocamento do espermatozoide para dentro do útero. Os dois efeitos tornam o ambiente hostil à fecundação.

Efeitos colaterais do DIU Mirena

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Assim como a pílula, o DIU Mirena pode causar efeitos colaterais em algumas mulheres por contar com a presença de hormônio. A mulher pode sofrer com adversidades que, na maioria das vezes, tendem a desaparecer em três meses. Caso persistem, o ideal é verificar com o ginecologista a possibilidade de troca de método contraceptivo.

Entre os efeitos colaterais do DIU Mirena estão:

Retenção de líquido: logo após a colocação do DIU Mirena é possível que ocorra inchaço causado por retenção de líquido e até mesmo surgimento de acne. Os desconfortos, no entanto, normalmente somem sem tratamento após os três primeiros meses de adaptação.

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Ausência de menstruação: algumas mulheres que usam o DIU Mirena podem parar de menstruar ou ter períodos mais curtos, menos intensos e irregulares. O fenômeno pode ocorrer porque a descarga hormonal não tem uma pausa, como ocorre no uso de pílula anticoncepcional, por exemplo.

Sangramento menstrual: por outro lado, o DIU hormonal, nos primeiros meses de uso, pode provocar um pequeno sangramento fora do ciclo.

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Cistos benignos nos ovários: em alguns casos, o DIU Mirena pode causar o aparecimento de cistos uterinos em consequência de sua colocação, o que pode resultar em um pouco de dor.

De acordo com o manual de planejamento familiar da Organização das Nações Unidas (ONU), o risco de falha do DIU Mirena é menor do que o de cobre: apenas duas em cada mil mulheres engravidam usando o contraceptivo.

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O DIU pode ser colocado no consultório, sem necessidade de hospitalização. O material usado na produção do Mirena não é tóxico e ou alérgico, garantindo eficácia e segurança à saúde da mulher.

DIU: tire dúvidas sobre o método contraceptivo