Relatos de violência médica tomam o Twitter na hashtag #ondedói: "Eu tinha uns 7 anos"

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A atriz e ativista feminista Nina Marqueti foi vítima de violência sexual aos 16 anos, enquanto era consultada por seu pediatra. Após anos de silêncio sobre o abuso vivido, ela criou a peça solo "A Flor da Matriarca", que abriu os olhos de muitas pessoas sobre esse tipo de crime e a tornou porta-voz de a uma plataforma de denúncias de casos similares.

O movimento foi criado a partir de uma coalizão de coletivos feministas que tem como objetivo conscientizar a sociedade a respeito da violência contra as mulheres praticada por profissionais de saúde.

#ondedói reúne denúncias contra médicos

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Após a divulgação da campanha, o Twitter foi tomado pela hashtag #ondedói. O termo reúne histórias de mulheres que passaram por casos de violência e abusos médicos (homens e mulheres).

A ideia de compartilhar histórias é mostrar que as vítimas não estão sozinhas e encerrar o silenciamento que só facilita esse tipo de crime. São histórias chocantes, mas que servem para sensibilizar e conscientizar a sociedade.

Veja alguns dos relatos:

Além de mapear os casos, a plataforma oferece uma rede de apoio, emocional e jurídico, às vítimas.

Para participar da campanha, acesse ondedoi.org e preencha o formulário.

Assista ao vídeo da campanha:

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O movimento #ondedoi é uma coalizão de coletivos feministas que reúne mulheres brasileiras no mundo todo empenhadas em eliminar a violência de gênero, combater a homofobia, o racismo e qualquer outro tipo de preconceito. A partir da experiência da atriz e ativista @ninamarqueti, nos reunimos para estruturar o projeto #ondedoi. Nosso objetivo é promover a conscientização da sociedade a respeito da violência contra as mulheres praticada por profissionais de saúde. Queremos mapear esses casos e oferecer uma rede de apoio, emocional e jurídico, às vítimas. Se você foi vítima de um crime sexual enquanto paciente, saiba que você não está sozinha. Acesse agora ondedoi.org e preencha o nosso formulário. Juntas nós somos mais fortes. Nós sabemos #ondedoi. Acesse ondedoi.org e preencha o nosso formulário.

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Assédio e violência contra a mulher