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Governo de SP vai pagar R$ 1.800 a quem perdeu familiar por Covid: quem tem direito

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Vergani Fotografia/Shutterstock

A partir de julho, famílias que vivem em São Paulo, perderam um dos integrantes para a COVID-19 e recebem até três salários-mínimos por mês terão direito a um benefício financeiro do Governo do Estado.

A iniciativa, batizada de SP Acolhe, é parte do programa Bolsa do Povo, foi anunciada nesta terça-feira (29) e, para se inscrever, basta realizar um cadastro online na plataforma oficial da ação.

SP lança benefício para quem perdeu parentes na pandemia

Visando amparar financeiramente famílias que perderam um parente próximo para a pandemia de COVID-19, o Governo de São Paulo anunciou na manhã desta terça-feira a iniciativa SP Acolhe. Com a ação, que faz parte do programa Bolsa do Povo, mais de 10 mil famílias (e cerca de 30 mil pessoas) receberão R$ 1,8 mil até o fim deste ano, divididos em parcelas de R$ 300 que serão depositadas nos próximos seis meses.

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Divulgação/Governo do Estado de São Paulo

Em uma coletiva de imprensa, o documento que autoriza o repasse de mais de R$ 21 milhões para a ação foi assinado pelo governador João Doria. “Este programa é um programa de transferência renda para famílias em situação de alta vulnerabilidade que, além de um problema de ordem financeira, são famílias cujos maridos, esposas, seus integrantes, perderam seus empregos, suas rendas. E, mais grave que isso, perderam entes queridos”, disse ele.

De acordo com o site oficial do Governo de São Paulo, o programa contempla famílias inscritas no CadÚnico e que têm renda mensal de até três saláros mínimos e perderam parentes para o novo coronavírus (podendo este ser pai, mãe, avó, avô, filho, filha ou qualquer outra pessoa que fizesse parte do núcleo familiar). Para começar a receber as parcelas (que começam a ser depositadas em 20 de julho) ou checar a elegibilidade para o benefício, basta acessar o portal oficial do Bolsa do Povo e inserir o Número de Identificação Social (NIS) no campo indicado.

Para famílias que não possuem acesso fácil à internet, a orientação é de comparecer a um dos Centros de Referência da Assistência Social (CRAS) para requerer o benefício. Diante da possibilidade de haver golpes, a Secretária de Desenvolvimento Social Célia Parnes lembrou também que o Governo Estadual não pede informações pessoais via SMS ou mensagens de WhatsApp, e que as únicas vias para requisitar o benefício são as citadas.

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