Até submarino nuclear: quais armas já se sabe que existem para a possível 3º Guerra

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Estados Unidos e Coreia do Norte estão empenhados em mostrar ao mundo que tipo de equipamentos e armas já desenvolveram e que poderiam ser usados em uma possível Terceira Guerra Mundial, que está mais próxima do que imaginávamos

Testes de mísseis, posicionamento de porta-aviões e desfiles do exército são algumas formas de exibição deste poderio bélico com capacidade de provocar uma catástrofe atômica.

Além dos dois países, a Rússia – que tem forte influência na geopolítica do mundo – também já anunciou que tem o pai de todas as bombas, bomba a vácuo que pega fogo antes de atingir o alvo, mas provoca estragos incalculáveis do mesmo jeito.

Armas da 3ª Guerra Mundial: o que eles já têm

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Estados Unidos

Porta-aviões nuclear USS Carl Vinson

O porta-aviões (foto abaixo) foi enviado para um território próximo à Coreia do Norte. A embarcação tem feito exercícios de ataque com tropas japonesas no Pacífico.

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U.S. Navy/Getty Images

Exercício de tiros com Coreia do Sul

Como teste para um contra-ataque relâmpago, os Estados Unidos promoveram um exercício militar no condado sul-coreano Pocheon. O ataque teve 30 helicópteros, 90 tanques e veículos blindados, 30 caças e a participação de cerca de 2 mil militares.

Unidades de lança-foguete foram instaladas para disparar mísseis. O vídeo abaixo mostra o poderio de artilharia dos dois países.

Sistema antimíssil na Coreia do Sul

O sistema antimíssil está sendo instalado na Coreia do Sul e é capaz de interceptar mísseis de curto e médio alcance. O míssil destrói o projétil do inimigo com um impacto na fase terminal do disparo.

Submarino nuclear

O submarino norte-americano USS Michigan chegou ao porto da Coreia do Sul armado com mísseis balísticos. O dispositivo tem capacidade para disparar até 100 mísseis Tomahawk, que têm alcance de quase dois mil quilômetros.

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Ataques à Síria e ao Afeganistão

Donald Trump mandou lançar 50 mísseis contra uma base militar na Síria, supostamente em retaliação a um ataque químico feito por bombardeio aéreo na cidade de Khan Sheikhun, na província de Idlib, no Norte do país.

Os Estados Unidos também jogaram a chamada “mãe de todas as bombas” no Afeganistão. O artefato não nuclear tem capacidade de perfurar até 200 metros abaixo da terra, atingindo 60 metros antes de detonar. 

Os dois casos são exibição “da força e da determinação”, como destacou o vice-presidente norte-americano Mike Pence para assustar a Coreia do Norte.

Coreia do Norte

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Flight Video and Photo/Shutterstock

Desfile de soldados

Em comemoração aos 105 anos do fundador da Coreia do Norte Kim Il-Song, o país fez um desfile militar, em que apresentou mísseis balísticos intercontinentais, tanques e soldados. A demonstração aconteceu em Pyongyang, capital da Coreia do Norte.

Mísseis balísticos

Mais de 50 mísseis fizeram parte do desfile militar, rebocados por caminhões e reboques. Um míssil balístico é uma arma poderosa que faz uma trajetória pré-determinada até o alvo.

Exercício de artilharia

Em comemoração ao 85º aniversário do Exército, o país fez exercícios com 300 peças de artilharia de longo alcance, na cidade de Wonsan. Estes testes são uma forma de os países demonstrarem o funcionamento de suas armas nucleares.

Projétil intercontinental 

A Coreia do Norte tem ameaçado de várias formas os EUA, entre elas, com a construção de um míssil balístico internacional (ou seja, que caia direto nos EUA, em uma longa distância). O país divulgou a criação de um foguete, que não se sabe se é para ir à Lua ou para atacar o inimigo.

Guerra Mundial e armas nucleares