Texto de Pathy Dejesus traduz os sentimentos de toda mãe que trabalha fora: "Batalha"

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Pathy Dejesus é mãe de primeira viagem do pequeno Rakim, de cinco meses, e na última quinta-feira (7) publicou um relato materno em suas redes sociais que gerou identificação em muitas mulheres.

A atriz revelou que voltou a trabalhar quando o bebê ainda era bem pequeno, e que apesar de todas as dificuldades que isso envolve, como a amamentação e até mesmo a culpa materna, tem aprendido aos poucos a lidar com a situação. Veja:

Pathy Dejesus sobre voltar a trabalhar após a maternidade

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Em seu perfil no Instagram, a atriz publicou uma galeria de imagens que registraram um momento de carinho enquanto ela brinca com o filho e aproveitou a legenda para desabafar sobre os seus sentimentos desde que voltou a trabalhar após ser mãe.

Na época em que Pathy voltou à ativa o bebê ainda não havia completado nem três meses de vida, e isso alimentou uma série de questionamentos em sua cabeça.

"Eu amo e preciso trabalhar, mas sabia que era uma missão quase impossível. Como fazer isso sem medo? Sem culpa? Sem deixar o cansaço, o estresse, a saudade, os hormônios e a preocupação afetarem o meu rendimento? (Porque sabemos que precisamos voltar BEM). E junto a tudo isso, continuo na batalha para manter a amamentação exclusiva, extraindo e estocando leite", diz.

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No decorrer do texto, a atriz ainda afirma se considerar uma mulher de muita sorte por ter uma rede de apoio com quem pode contar para dividir as tarefas em relação aos cuidados com Rakim, como sua mãe e seu companheiro e pai do bebê, o também ator Alexandre Cioletti, o que não faz parte da realidade de muitas mulheres.

Mesmo com todas as inseguranças, tanto em relação à maternidade quanto ao seu desempenho em seu trabalho, Pathy revelou que aos poucos tem se adaptado à essa nova rotina, e que trocar experiências com outras mamães que estão passando pelo mesmo momento em suas vidas tem a ajudado a lidar melhor com a situação.

Veja a publicação e leia o texto na íntegra:

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Faz quase 3 meses que voltei ao trabalho integralmente. Sim, o Rakim não havia completado 3 meses. Eu amo e preciso trabalhar, mas sabia que era uma missão quase impossível. Como fazer isso sem medo? Sem culpa? Sem deixar o cansaço, o estresse, a saudade, os hormônios e a preocupação afetarem o meu rendimento? (Porque sabemos que precisamos voltar BEM) E junto a tudo isso, continuo na batalha para manter a amamentação exclusiva, extraindo e estocando leite. Eu tenho a sorte, diferente de muitas mães, de contar com uma rede de apoio. Meu companheiro (que no caso está trabalhando comigo) e meus pais. Minha mãe tem sido meu alicerce nesse rolê doido e doído, e não consigo imaginar como seria sem ela. Eu ainda choro vez ou outra. Volto e explico pro Rakim que nossa realidade é essa, e que se eu pudesse esperaria mais tempo pra voltar, SEM DÚVIDA. Dia após dia, estamos nos adaptando. Admito que por enquanto está sendo mais difícil pra mim do que pra ele. Reta final e a única coisa que posso dizer, pra mim mesma especialmente, é que continuo fazendo meu máximo (e ouvir isso de outras mulheres tem me aquecido tanto o coração), mas muitas vezes, esse máximo não parece ser suficiente. Bom, esse é meu desabafo, os sentimentos que tenho vivido. E vocês mães? Como vocês lidaram com a volta ao trabalho? (Que vocês se sintam seguras para contar sobre vocês, e para escutar outras mães também. Vamos trocar nossas experiências ❤☺🌹) #amormaior #amorinfinito #maedorakim

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"Faz quase 3 meses que voltei ao trabalho integralmente. Sim, o Rakim não havia completado 3 meses. Eu amo e preciso trabalhar, mas sabia que era uma missão quase impossível.

Como fazer isso sem medo? Sem culpa? Sem deixar o cansaço, o estresse, a saudade, os hormônios e a preocupação afetarem o meu rendimento? (Porque sabemos que precisamos voltar BEM). E junto a tudo isso, continuo na batalha para manter a amamentação exclusiva, extraindo e estocando leite.

Eu tenho a sorte, diferente de muitas mães, de contar com uma rede de apoio. Meu companheiro (que no caso está trabalhando comigo) e meus pais. Minha mãe tem sido meu alicerce nesse rolê doido e doído, e não consigo imaginar como seria sem ela.

Eu ainda choro vez ou outra. Volto e explico pro Rakim que nossa realidade é essa, e que se eu pudesse esperaria mais tempo pra voltar, SEM DÚVIDA. Dia após dia, estamos nos adaptando.

Admito que por enquanto está sendo mais difícil pra mim do que pra ele. Reta final e a única coisa que posso dizer, pra mim mesma especialmente, é que continuo fazendo meu máximo (e ouvir isso de outras mulheres tem me aquecido tanto o coração), mas muitas vezes, esse máximo não parece ser suficiente.

Bom, esse é meu desabafo, os sentimentos que tenho vivido. E vocês mães? Como vocês lidaram com a volta ao trabalho? (Que vocês se sintam seguras para contar sobre vocês, e para escutar outras mães também. Vamos trocar nossas experiências).

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