mulher

Já viu como são LINDOS os filhos da atriz Carolinie Figueiredo? Apaixone-se em 7 fotos

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Como você tem educado seus filhos ? . Eu vivia num pêndulo entre ser muito rígida, muito autoritária porque ordem era muito importante pra mim. Dai eu passava dos limites ficava culpada ou expltrapolava e ficava permissiva fechando o olho pra não me estressar, negligenciando algumas coisas que eram importantes pra mim e pra minha casa pra não perder a paciência. . Alguém reconhece esse pêndulo de um extremo ao outro sem conhecer o meio? O centro e o equilíbrio ? . Me conta: como você tem feito na sua casa: o que já tentou, o que funciona ou não ? . E se você é do RJ ou de Niterói: ☘ Te convido a participar de uma poderosa e curativa Roda de Criação de Filhos e conhecer mais profundo a Disciplina Positiva. . Vamos treinar a Disciplina Positiva na Prática? RJ chegou nossa vez!!! . Quando: 12/05 (sábado) . RODA: CONEXÕES PARENTAIS - CRIANDO FILHOS E REVISITANDO A PRÓPRIA HISTÓRIA 9:00 - 12:00 . Num profundo encontro terapêutico eu te convido a mergulhar em sua própria história, perceber os padrões e ciclos que já estão prontos para serem abandonados para oferecer mais liberdade e limite seguro para as crianças. . . WORKSHOP - DISCIPLINA POSITIVA NA PRÁTICA 14:00 - 18:00 . ​"Como educar com uma comunicação mais autêntica que também ensine habilidades de vida como cooperação e respeito? Vamos aprender através de vivências, exercícios, partilhas e conteúdos recursos mais criativos e elaborados pra quem está na busca de educar com respeito, conexão, empatia, firmeza, gentileza e limite seguro." . Com Carolinie Figueiredo: Atriz - mãe - Terapeuta Thetahealer e Educadora Parental formada pela Positive Discipline . Garanta sua VAGA: 021 99658-1924 ou inbox @espacoideias . . Se você é de Niterói : Email: fardodeternura@gmail.com WhatsApp: (21) 98077-7879 . Pode indicar alguma família que se interesse nesse assunto? #marqueumamae #marqueumpai foto: @camillaantuness

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Como não se apaixonar por Bruna e Theo? Os pequenos são filhos da atriz Carolina Figueiredo, conhecida por ter feito o papel de Domingas, na novela Malhação.

Carolinie Figueiredo: filhos

Vítima de violência obstétrica em sua primeira gravidez e tendo vivenciado o parto natural em sua segunda, a atriz costuma falar abertamente sobre a maternidade e suas desafios.

Caroline se tornou mãe aos 22 e 25 anos de idade, e exibe essas duas gracinhas como partes fundamentais de sua vida!

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Hoje, quando saía de casa com dois filhos agarrados na minha saia enquanto segurava as compras, equilibrava um copo de mate e ocupava as mãos com os lanches eu ri. Em certas situações o melhor a fazer é encarar a realidade com leveza e humor. Eu estava exausta e minha primeira atitude foi entrar no lugar conhecido de repetições mentais: "falta de estrutura emocional", "não sei de onde tirar paciência", "suco de caixinha faz mal", "conta até mil pra não explodir, afinal já passaram das seis" Antigos lugares mentais já visitados por mim nessa maternidade real. . Ao me olhar de fora, sem me identificar com a história pessoal e seus dramas, não tive outra alternativa senão rir de mim mesma e pensar como meus filhos me fizeram ressignificar meu humor. Seja pela manhã, quando nunca achei que fosse acordar com energia pra brincar. Seja por tentar encarar situações que antes me tirariam do sério (como? Respirando sempre e deixando rolar lágrimas quando necessário sem muito julgamento ou alarde). . Enquanto pensava se esse fato daria um texto sobre maternidade lembrei de me conectar ao presente - como é difícil nos mantermos no presente sem a cabeça voar quando a realidade não parece tão legal. Até mesmo pensar sobre escrever um texto sobre maternidade, as vezes, é uma fuga pra não conectar com a maternidade em si. . Colocando o cinto na mais velha ela dispara: - mãe do que você tem mais medo? Pensei: "agora não, não tenho condições” - mas soltei leve um: - do monstro que mora em mim. Ela: - isso não vale mãe. To falando do que você tem mais medo de verdade: se é de ficar sozinha, de ficar num quarto escuro ou barata voadora. . Talvez ser mãe não tenha nada a ver com leveza. Não o tempo todo. Mas misteriosamente tem algo a ver com um amor que não se explica e que cresce pra lugares mais profundos. Lembrei de quando fiz essa pergunta pra minha mãe e ela respondeu: de ficar sozinha. Há anos venho repetindo esse mesmo medo. Ali percebi que a decisão de ter filho tão nova (21) - a mesma idade que minha mãe me teve - veio de um lugar também profundo. Eu escolhi um caminho de grandes aprendizagens, de expandir o amor. E tenho os melhores dois companheiros nessa jornada.

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Eu falo mil vezes, parece que ele está testando MEU limite. Dependendo do meu grau de cuidado reajo ou respiro antes de responder no mesmo tom de agressividade, frustração, explosão. Me assusto quando me pego repetindo frases, comportamentos e cansaços que vi quando criança, que julguei que jamais seria. Me formar na Disciplina Positiva aumentou meu repertório de conexão com meus filhos. Me permitiu perguntar ao invés de mandar. Dar escolhas dentro das situações que respeitem os limites de ambos: meu filho que precisa de apoio, e eu que preciso respeitar meus limites também. . Eu fiz uma apresentação explicando o que Afinal é a Disciplina Positiva e como ela pode nos auxiliar. Se você ainda oscila entre ser muito autoritária ou permissiva num pêndulo bem inconstante, te explico como saber um caminho a tomar. . Assista gratuitamente clicando no link aqui do meu perfil no Instagram. . Se souber de alguma mãe, amiga ou pai que se interessa nesse assunto pode indicar esse conteúdo? ... E se você já assistiu, o que mais gostou ? #DisciplinaPositiva 📸 @mairamatosfoto

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As pessoas me pedem dicas para se conectarem com os filhos diante de uma explosão de comportamento da criança (se jogar no chão, chorar, gritar...). . Eu sigo dizendo que não há fórmulas prontas mas sim caminhos a percorrer. Como se alguém que já tivesse percorrido essas desconstruções antes, tivesse uma luz 💡 pudesse iluminar a estrada escura que às vezes educar filhos parece. . A Disciplina Positiva foi essa luz que surgiu. Foi esse convite a repensar tudo que eu achava que sabia sobre educar filhos. . Hoje falei sobre oferecer escolhas limitadas (firme e gentil), sobre primeiro ir pro meu centro pra depois conectar com a criança pra depois resolver a questão. Falei sobre a importância de focar no presente ao invés de trazer todos os rótulos e julgamentos do passado ou ameaças do futuro. . Estamos terminando as inscrições pra Turma 2 do programa Disciplina Positiva na Prática. Estamos criando a maior comunidade de apoio mútuo pela perspectiva do respeito mútuo, do limite seguro. Você vem ? .

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Depois veio esse... Meu menino amado. Eu costumo contar meu processo de empoderamento com o nascimento dele: de surpresa no banheiro, no banho. Ainda tenho a sensação do nascer, do poder, da mulher incrível que comecei a me construir quando comecei a me apoderar do meu corpo, das minhas escolhas e direitos. Quando resolvi me assumir protagonista da minha própria vida, co-criando aquilo que fazia mais sentido a cada passo. Mas para chegar no nosso momento antes uma bandeirante corajosa primeira filha veio retirando camadas mais duras e resistentes. Quando você chegou eu já estava mais preparada, sensível! Você é Meu desafio diário que me leva ao limite das minhas incoerências. Sua leveza profunda. A maneira que se entrega a suas emoções. Com sua irmã eu aprendi a identificar qual violência ainda estava em mim e na nossa história. Com você eu aprendo na prática de como sustentar minha pesquisa, meu conhecimento, minha consciência e profissão nos pequenos detalhes onde a violencia ainda mora em mim. Perto da sua sensibilidade e necessidade de atenção você se torna meu chamado de evolução naquilo que acredito. Eu aprendi que ser mãe é não virar as costas quando você mais precisa - e todo mundo já desistiu. Que te amar quando está sendo gracioso, espontâneo e fofo é mole . Mas não surtar quando você desafia, grita, arremessa, testa, sai correndo... nesse momento eu fecho meus olhos, valido aquilo que estou sentindo, repito mentalmente “você é só uma criança , a adulta sou eu, teoricamente tenho mais recursos de resolver”. Dou colo a minha própria criança ferida... é Colocar na prática o que já entendi mentalmente . Amar quando as condições já foram extrapoladas. Aprender a te amar na medida que cuido cada vez mais de mim como mulher, como ser, antes de só mãe. Isso foi o que aprendi. Me acolher pra te acolher. Me dar limites pra ter mais limites seguros com você. Ser ordem gentil porque precisamos. E aí sim... poder te acolher, te amar e te cuidar de um lugar de absoluta verdade, entrega e aceitação mútua. 📸 @carolina_raposo_ pai: @ocupeapolitica

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Tudo começou com esse ser aí... sete anos atrás, no dia das mães, já estava grávida. Aterrorizada , com 25 Kilos a mais... 21 anos. Parto Normal sem anestesia. Puerpério dolorido, solitário apesar de apoio e companheiro. Depressão pós parto nos 30 primeiros dias. Até que Bruna foi internada com pneumonia. (Tristeza no pulmão, limpeza de algo nosso). Sete dias internada e pendurada no peito. 7 dias de UTI e um chacoalhão do divino: acorda, desperta, cresce e expande - ela precisa MUITO e totalmente de você. Ali começou a nascer a mãe. Dois anos depois a descoberta: o parto aparentemente natural e sem anestesia era também chamado de violência obstétrica - palavra que eu nem sabia existir. Não foi normal não, houve: Negação / privação de comida e água, negação / privação de livre movimento, violências emocionais e despreparo da equipe. Manobra de kristeller (quando um enfermeiro entra na sala e monta na mulher - eu - pro bebê nascer a força). Eu falei dos excessos de toques?Motivo: ela nasceu com a mão estendida. De cócoras, de quatro, deitada... se meu corpo tivesse sido respeitado, se minha (nossa) voz e direitos tivessem sido ouvidos ela nasceria natural. Nós sabíamos como fazer. Empoderamento nem existia nos dicionários. Eu não sabia nem me preparei pra nada. Talvez só na gravidez do segundo filho nosso vínculo começou a ficar mais sólido, constante. Eu comecei a conhecer o privilégio de ter ela como filha. Mesmo com amamentação, mesmo um ano cuidado dela. Ser mãe é uma construção. A gente não nasce sabendo. A gente vai relembrando como é a medida que vai conhecendo nossos filhos e integrando quem somos. Acolhendo e perdoando nossas histórias, falhas e lacunas. Nossos despreparos e explosões. Expandido nossa capacidade de amar. Agradeço por confiar em mim, eu perdoo e liberto nossas histórias porque nosso vínculo de segurança é mais forte que nunca no aqui e agora!!! Minha filha, minha mestra, minha vida, a continuação das minhas células. Meu fogo desperto de ser melhor pra nós e pra toda humanidade que está bem precisada (assim como nós). Feliz nosso dia das mães que é todo dia. 📸 @carolina_raposo_ pai: @ocupeapolitica

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Maternidade das famosas