Confusão de atriz antes do parto de Teodoro é mais comum do que parece: há sinais?

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tatafersoza/instagram

Apenas uma semana após dar à luz o pequeno Teodoro, Thais Fersoza usou as redes sociais para dar alguns detalhes da chegada de seu segundo filho.

Em relato publicado no Instagram, a atriz falou sobre uma das questões que mais inquietam as mulheres na reta final da gravidez: quais são os sinais do trabalho de parto verdadeiro

Nascimento de Teodoro

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Na publicação, a mamãe conta que foi pega de surpresa pouco antes de ir para uma consulta de rotina com sua obstetra. Segundo ela, a família estava lanchando e se preparando para ir ao consultório da médica “quando começaram as contrações já avançadas”. 

Sem revelar se Teodoro nasceu de parto normal ou cesárea, Thais lembra que não soube reconhecer os sinais de que estava na hora de ir para a maternidade. O bebê, que deveria nascer no início de agosto, decidiu vir ao mundo antes do previsto e chegou na madrugada do dia 25 de julho.

“Eu não sabia que estava em trabalho de parto e que, em poucas horas, precisaríamos rapidamente tirá-lo da barriga! Achei que, por ser um neném grande, ele estava sem espaço e por isso se mexendo tanto, a ponto de enrijecer a barriga e me dar um pouco de cólica e dores na lombar. Pura inexperiência”, escreveu.

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Sintomas de parto próximo

O que Thais Fersoza sentiu na gestação de Teodoro é mais normal do que parece. Embora a experiência do trabalho de parto seja diferente para cada mulher, os sinais costumam ser os mesmos e aparecem através de mudanças fisiológicas no corpo da gestante.

Contrações fortes e cólicas

Em geral, as mulheres começam sentindo contrações preparatórias ritmadas que acontecem a partir do sétimo mês de gestação. Elas surgem em tempos espaçados e vão ficando mais frequentes e intensas conforme se aproxima o nascimento.

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“As contrações podem vir acompanhadas ou não de cólica e essa dor pode irradiar tanto para baixo quanto para a região lombar. No trabalho de parto, elas ficam bem mais fortes e acontecem três vezes a cada 10 minutos. Cada contração vai durar mais ou menos 1 minuto”, explica o ginecologista e obstetra Elvio Floresti.

Rompimento da bolsa

De acordo com o médico, além das contrações, algumas mulheres também têm o rompimento da bolsa alguns dias ou horas antes de entrar em trabalho de parto. Porém, só estará na hora de o bebê nascer se as contrações estiverem acontecendo ao mesmo tempo.

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Perda do tampão mucoso

Outro sinal de que o momento do parto se aproxima é quando a mulher tem a perda do tampão mucoso, que protege a entrada do colo do útero. Isso acontece quando a gestante nota a saída de uma secreção amarronzada que pode ter traços de sangue. 

Nestes casos, não há com o que se preocupar. Apenas informe o médico e aguarde as orientações sobre o que fazer. Por vezes, o trabalho de parto pode demorar ainda alguns dias para começar de fato.

Dilatação do colo do útero

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Para determinar se está mesmo na hora do parto, outro indicador fundamental que é avaliado é a dilatação do colo do útero. Este fator é observado apenas através do exame de "toque".

Após o início das contrações, o colo do útero tende a ficar cada vez mais fino e macio para facilitar a passagem do bebê. A evolução da dilatação no trabalho de parto é determinante para o tipo de parto que será realizado. 

Quando ir para a maternidade?

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De acordo com Floresti, é importante observar bem o andamento das contrações para saber se chegou a hora do bebê nascer. “Tudo depende da intensidade das dores. Se a mulher tomar um analgésico e elas passarem, não há necessidade de ir ao hospital. Já a dor do trabalho de parto não desaparece com medicação alguma e, caso persista, é preciso informar o médico e ir direto para a maternidade”, afirma.

O médico explica ainda que, quando a gestação se estende entre a 39ª e 42ª semana e a mulher ainda não sentiu as contrações, muitos médicos optam por não esperar ela entrar em trabalho de parto. “Nesta etapa, o parto normal pode ser induzido pelo médico ou recorre-se a uma cesárea, para minimizar os riscos para a mãe e o bebê”, diz.

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