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Jejum intermitente não é só ficar sem comer: médica lista erros que prejudicam resultado

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Tão famoso quanto polêmico, o jejum intermitente divide opiniões e, segundo defensores, a dieta é uma maneira segura para emagrecer rapidamente, desde que seguida com orientação de um profissional.

Os críticos do regime afirmam, porém, que passar muitas horas sem comer nenhum alimento prejudica o funcionamento do organismo, retarda o metabolismo e ainda poderia causar o efeito rebote, pois, por ser bastante restritivo, seria difícil de mantê-lo por muito tempo.

Fazer jejum não é só parar de comer

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Antes de mais nada é preciso ressaltar que todo e qualquer tipo de dieta precisa ser orientado por médicos e nutricionistas. Somente profissionais de saúde podem indicar o plano alimentar que mais combina com seu perfil e seus objetivos.

Em seu perfil no Instagram, Thaisa Albanesi Santos, médica especializada em Medicina Funcional Integrativa, aborda o assunto de forma clara e direta, explicando que a prática do jejum intermitente faz parte de um estilo de vida e que não consiste apenas em ficar sem comer.

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De acordo com a médica, o jejum intermitente ajuda na diminuição de processos inflamatórios, melhora a produção hormonal e, claro, auxilia na perda de peso, mas que é preciso ficar atento a informações básicas para realizar a dieta de forma eficiente e segura: saber o que comer na última refeição antes de jejuar e com o que quebrar o jejum.

Thaisa diz que existem horários específicos para se ficar em jejum e ser beneficiado, assim como alimentos que são essenciais para quem o pratica, como por exemplo, um bom aporte de gorduras.

Por fim, a médica explica que, se todos os fatores envolvidos no jejum não estiverem em equilíbrio, apenas deixar de comer não faz sentido e, além de não funcionar, pode ser, de fato, prejudicial à saúde.

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