Astrologia não só já esperava crise em 2020, como também algo muito positivo após ela

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Buda Mendes/Equipe/Getty Images

A pandemia de COVID-19 e suas consequências chocaram o mundo todo, mas, para algumas pessoas, algo negativo e de escala mundial já era uma certeza entre 2020 e 2022. A astrologia, por exemplo, já previa a percepção de uma grande crise (a maior do século 21) desde o século passado – e a boa notícia é a de que, segundo a mesma análise que vem prevendo grandes recessões, isso tudo tem data para acabar.

Crise atual era prevista pela astrologia - e tem data para acabar

Apesar de não ser considerada uma ciência exata, as previsões da astrologia ocorrem com base não só na observação da órbita dos planetas e o tempo que levam para completá-las, mas em cálculos relacionados a elas. Cada planeta do Sistema Solar leva um tempo diferente para dar uma volta inteira em torno do Sol e, por isso, eles não se “agrupam” perto uns dos outros tão frequentemente.

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De tempos em tempos, porém, isso acontece e, conforme explica a astróloga Virginia Gaia, dois astrólogos (Henri Gouchon e Andre Barbault) compilaram os ciclos de alguns destes planetas em um gráfico bastante esclarecedor. Segundo ela, isso abrange os planetas considerados lentos – Júpiter, Saturno, Urano, Netuno e Plutão –, e as descobertas mostram que o agrupamento deles tem efeitos tensos para a Terra.

“Ele percebeu o seguinte: quanto mais próximos os planetas estão, quanto mais planetas estão próximos um do outro, começando um novo grande ciclo, maior é o nível de tensão ou de percepção da humanidade em relação a conflitos, em relação a crises. São momentos de tensão mundial”, afirma a astróloga, explicando que isso deu origem a um gráfico cheio de altos e baixos chamado Índice Cíclico de Gouchon-Barbault.

Segundo Virginia, ao relacionar os picos e depressões do gráfico a momentos históricos, é possível ver que os níveis mais baixos estão sempre relacionados a acontecimentos grandiosos e tensão a nível mundial, como as duas Guerras Mundiais e a Guerra da Coreia (no século passado) e a crise financeira de 2008 (neste século). Nenhum destes pontos do gráfico, porém, é tão baixo quanto o que contempla 2020, 2021 e 2022.

“Por isso que 2020 era um ano muito aguardado”, afirma Virginia, explicando que, na última baixa observada no gráfico, 2010 é apontado como o ano mais crítico, indicando que, apesar de a crise ter se iniciado em 2008, suas consequências foram percebidas pela humanidade de forma geral até dois anos depois, quando, eventualmente, teve início um processo de recuperação.

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Virada da crise

Segundo o gráfico, o processo de queda em direção a uma crise vem ocorrendo desde 2014, sendo 2020, 2021 e 2022 os pontos mais baixos. Isso significa, portanto, que - pelo menos de acordo com a astrologia - as consequências da pandemia no ânimo da população serão vividas até 2022, quando os cálculos astrológicos preveem uma retomada enérgica e consistente.

Segundo Virgínia, será um período muito favorável para o mundo (apesar de variações locais de país para país), que deve manter um ânimo positivo até o ano de 2030.

Conforme explica, isso não significa que este século não terá mais crises, mas quem viver nele não deve mais experimentar um momento tão tenso quanto o atual. “Claro que a gente tem alguns pequenos conflitos aqui, mas do ponto de vista de impacto global e da percepção dos ânimos, a disposição geral fica assim [positiva]”, afirma ela.

Previsões astrológicas