Fogaça adquiriu o hábito de conversar com a filha após notar algo muito ruim que ele fazia

Em seu Instagram, o chef Henrique Fogaça, jurado do “MasterChef”, está sempre documentando momentos com os filhos, especialmente com a mais velha dos três, Olivia. Além de sofrer com epilepsia, a menina de 12 anos convive também com uma síndrome genética desconhecida que a limita de várias formas, e Fogaça não deixa de compartilhar todas as evoluções e vitórias dela.

Conforme contou em um papo com a apresentadora Marina Kupfer para o canal dela no YouTube, porém, algumas dessas evoluções podem ser influenciadas pelo comportamento alheio em relação a ela – e um hábito que Fogaça adquiriu recentemente trouxe uma mudança notável no comportamento de Olivia.

Fogaça passou a conversar com Olivia

De acordo com o chef, Olivia tem hipotonia, ou seja, não têm tônus muscular suficiente para se locomover sozinha. Além disso, ela não chorou ao nascer e, até hoje, não fala – algo que pode dificultar a comunicação. Ainda assim, Fogaça contou que, desde o final de 2018, passou a conversar com a filha em um tom condizente com a sua idade, sendo tanto verdadeiro quanto carinhoso nas palavras.

Conforme afirmou, o preconceito que a sociedade em geral tem com pessoas deficientes faz com que muitos se comuniquem com elas como se fossem eternos bebês, e Fogaça percebeu que estava fazendo exatamente isso. “Meu, a Olivia tem 12 anos, ela é uma adolescente. Por mais que ela não fale, eu vou conversar com ela, e eu senti que ela presta atenção”, disse o chef.

Em seguida, ele também relatou uma situação recente para exemplificar a mudança no comportamento da filha. “Esses dias eu fui levar ela para fazer uma depilação a laser porque ela teve um furúnculo, enfim. O que é desconhecido para ela, ela dá uma travada, convulsiona. Aí eu peguei a mão dela e falei: ‘Filha, a gente vai fazer um negocinho, vai doer um pouco, mas o papai está aqui com você, fica tranquila’”, contou.

Segundo ele, Olivia estava apertando a mão dele e, quando ouviu as palavras do pai, soltou um suspiro aliviado. “Eu acredito que ela esteja entendendo. Isso é algo que eu não fazia e comecei a fazer, por mais que ela não me dê resposta, melhor ela me dar resposta com o olhar ou gestos”, concluiu.

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