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8 animais que acasalam de jeitos bizarros: inserção traumática, explosão genital e mais

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Vania Zhukevych/shutterstock

Além de surpreender com características físicas exuberantes, comportamentos curiosos e hábitos incomuns, muitos animais ainda causam em seus “momentos de intimidade”. Confira algumas das mais bizarras formas de acasalamento do mundo animal, que incluem explosão genital, morte e canibalismo.

Gato-marsupial

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deb talan/shutterstock

O acasalamento acontece no inverno e, no período, as fêmeas ficam excitadas todas ao mesmo tempo. Os machos, para garantir a reprodução da espécie, tentam acasalar com a maior quantidade de parceiras possível. As fêmeas são agarradas pelos machos pelo pescoço para sessões de acasalamento que podem durar até mesmo um dia inteiro.

O acasalamento dos gatos-marsupiais é longo porque, como os machos liberam pouco esperma por vez, precisam ejacular várias vezes para que seus genes sejam repassados. Ao final, muitas fêmeas morrem por causa dos arranhões e mordidas e os machos, exaustos, perdem peso e pelo, podendo também morrer com o grande gasto de energia.

Cavalo-marinho

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Room27/shutterstock

Todas as manhãs, os cavalos-marinhos macho e fêmea fazem uma dança para reforçarem seus laços de parceria e os movimentos também permitem que eles avaliem seus estados reprodutivos.

Na espécie, a fêmea deposita os óvulos na bolsa incubadora do macho e, além de fecundá-los, ele os carrega no ventre - ou seja, é o macho da espécie que fica grávido. O “acordo” ajuda a aumentar a prole, pois durante a gravidez do macho, a fêmea fica livre para produzir mais óvulos para serem fecundados no próximo acasalamento.

Sapos

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Marco Maggesi/shutterstock

Em época de acasalamento, o macho coaxa para atrair a fêmea e, quando ocorre o encontro, ele a abraça por trás por um período de até 15 dias ou mais, ficando sobre ela. No abraço, ambos eliminam gametas no mesmo momento e formam-se os ovos expelidos que, envolvidos em mucos, se prenderão à plantas aquáticas e pedras. Tempos depois os girinos (filhotes) saem dos ovos, já sabendo nadar.

Viúva negra

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Jay Ondreicka/shutterstock

A espécie de aranha é conhecida por praticar o canibalismo sexual, ou seja, a fêmea mata e consome o macho. Durante o acasalamento, o membro sexual do macho se rompe pela rápida movimentação da fêmea, fazendo com que ele morra de hemorragia. A viúva negra então come o parceiro para repor as energias gastas na cópula.

Abelha

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Shutterstock

Pouco tempo antes do período de acasalamento, a abelha rainha mata todas as suas irmãs para se manter líder da colmeia. Ela então realiza um voo com cerca de 12 de machos selecionados para a cópula.

O zangão, macho da espécie, morre depois de fecundar a abelha rainha porque seu pênis simplesmente explode durante o acasalamento. Carregada com o esperma do parceiro ao longo de toda a vida, a abelha colocará até 1.500 ovos por dia durante aproximadamente 3 anos.

Louva-a-deus

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Ox Karol/shutterstock

O inseto comum em ambiente tropical e subtropical é outro animal que comete o canibalismo sexual. Durante o acasalamento, a fêmea devora a cabeça do macho, levando-o à morte. Uma das hipóteses pelo comportamento é que o ato contribuiria para um aumento na liberação de espermatozoides, favorecendo a fecundação.

Percevejo

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7th Son Studio/shutterstock

Conhecido como “inserção traumática”, o acasalamento dos percevejos é rápido e bastante agressivo. Quando encontra uma fêmea, o macho se coloca dentro dela com um movimento ligeiro, como se fosse um golpe.

Ele então deposita esperma no estômago da fêmea e vai embora. O esperma do percevejo seguirá um caminho até os ovários através da corrente sanguínea, gerando assim a fecundação;

Caracol

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Milton Buzon/shutterstock

Hermafroditas, ou seja, donos de órgãos reprodutores de ambos os sexos, os caracóis realizam uma espécie de disputa em dupla para decidirem quem será o receptor do esperma.

Durante a “batalha” do acasalamento, eles disparam um ao outro “tiros” compostos basicamente de cálcio, que fazem com que a “vítima” fique mais receptiva ao esperma do lançador e disponível para carregar os genes da nova geração.

Curiosidades científicas sobre os animais