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Cientistas estão perto de descobrir como barrar a depressão - e chave está no cérebro

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Sebastian Kaulitzki/ShutterStock

Reconhecida por médicos e pela comunidade científica como uma doença - e não apenas uma tristeza profunda como muita gente ainda acredita - a depressão, segundo um recente estudo realizado pela Universidade da Califórnia em San Diego, EUA, não age apenas em uma área específica do cérebro.

Tratamentos mais eficientes contra depressão

A descoberta é animadora por dar esperanças de barrar a depressão, tratando a doença de acordo com suas particularidades em cada paciente. Publicada no jornal científico Cell, a pesquisa relata a descoberta de uma correlação entre a atividade de certas células cerebrais e sintomas comportamentais da depressão.

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Africa Studio/Shutterstock

Em experimentos com ratos de laboratório, os cientistas foram capazes de identificar os circuitos cerebrais ligados a sentimentos negativos típicos da doença, em diferentes áreas do cérebro, e até mesmo aliviar e reverter os sintomas.

Ao notarem que os circuitos cerebrais envolvidos atuavam em áreas distintas e que uma causava impacto na outra, os pesquisadores conseguiram ter uma visão mais ampla e abrangente de como a depressão se manifesta, abrindo portas para novos trabalhos que poderão, no futuro, contribuir para tratamentos mais direcionados e eficientes da doença em cada indivíduo.

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