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Para que serve a “pele eletrônica” mais fina do mundo desenvolvida por cientistas?

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Someya Group/Divulgação

Liderada pelo professor Takao Someya, uma equipe de pesquisadores da Universidade de Tóquio, no Japão, está em processo de aprimoramento de uma “pele eletrônica” que, segundo os desenvolvedores, seria a mais fina do mundo.

De acordo com os cientistas, a “pele eletrônica” poderá, no futuro, ser usada para diagnosticar doenças como cânceres, por exemplo, sem exigir exames invasivos.

 “Pele eletrônica” pode ajudar no diagnóstico de doenças

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Someya Group/Divulgação

A “pele eletrônica” criada na Universidade de Tóquio é mais leve que uma pena, tem espessura dez vezes menor do que uma célula cutânea e, ainda assim, é bastante resistente, podendo ser esticada e dobrada sem sofrer qualquer dano.

É por isso que, um médico vestindo uma luva feita do material seria capaz de detectar um pequeno tumor com um simples toque em uma consulta de rotina.

Além disso, os estudiosos afirmam que a “pele eletrônica” poderia ser utilizada para o melhor funcionamento de próteses, que se comunicariam diretamente com o cérebro do usuário.

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