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10 fatos científicos sobre personalidade de irmãos mais velhos, do meio e caçulas

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Imgorthand/istock

Seja qual for o seu papel na família, saiba não é culpa sua, tudo é uma questão da ordem em que você nasceu. De acordo com especialistas, a idade e a hierarquia entre irmãos é capaz de definir seus gostos para uma especialidade, profissões escolhidas ou o quanto serão bem sucedidos como adultos.

Ordem em que nasceu influencia personalidade

De acordo Jeffrek Klugert, autor de “The Sibling Effect”, dependendo se você nasce por primeiro, por último ou entre seus irmãos, sua personalidade se desenvolve de uma forma diferente de outra. Conheça os principais fatos envolvidos nessa ordem hierárquica.

1. Quando filhos primogênitos chegam ao mundo se tornam os reis da casa. Seus pais, ainda iniciantes, tendem a superprotegê-los, a perdoá-los com facilidade, assim, crescem com a sensação de serem o centro das atenções. Dessa forma, é possível dizer que assumem sua liderança no sangue.

2. Primogênitos são focados e perseverantes e, de acordo com as estatísticas, são os irmãos mais velhos que vêm a assumir cargos como CEO de empresas, senador ou astronauta, e muitas vezes ganham mais do que os seus irmãos mais novos.

3. Estudos mostram que quando você conversa com algumas pessoas por 5 a 15 minutos, como se fosse um “encontro a jato”, os homens que cresceram com irmãs tendem a se dar melhor do que aqueles que cresceram apenas com irmãos ou foram filhos únicos. Da mesma forma, as mulheres com irmãos tendem se dar melhor com os meninos.

4. Os irmãos mais velhos recebem mais imersão total na orientação de seus pais antes que os irmãos mais novos nasçam. Como resultado, eles adquirem mais QI e vantagem linguística, porque eles são o foco exclusivo da atenção dos pais. 

5. Falar de filhos do meio, em geral, é difícil já que uma família pode ter um ou mais filhos que se incluem nesta categoria. Alguns adotam uma posição mais próxima ao irmão mais velho, enquanto outros se movem exatamente para o lado oposto.

6. O comportamento dos irmãos do meio é uma mistura de ambos os extremos, e se caracteriza precisamente por isso: por não terem um papel definido também. Como resultado, por não serem nem os "primeiros” e nem os "últimos” a chegarem em casa, tendem a ter mais problemas de autoestima, a passar mais desapercebido e se tornarem mais introvertido. No entanto, eles também são mais independentes e observadores.

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prudkov/istock

7. Filhos do meio realmente exigem um pilar de segurança em termos de atenção dos pais. É por isso que eles tendem a investir mais em amizades fora de casa e acabam sendo muito menos ligado à família.

8. Os caçulas são os mais espertos. As crianças mais novas na família tendem a desenvolver uma maior capacidade de usar estratégias de baixo consumo de energia porque elas são as menores na casa. Quando você não pode bater os seus irmãos mais velhos para conseguir o que você precisa, você aprende a desarmá-los por ser engraçado, ou você aprender a ter uma sensação melhor intuitiva.

9. Muitas vezes os filhos caçulas costumam estar em desacordo com a ordem estabelecida, especialmente, por serem o último elo da cadeia. Eles são os menores da casa, tanto no que se refere à idade e ao tamanho, se forçando a compensar sua fraqueza com um caráter forte, com certa rebeldia. Eles são carismáticos e um pouco mais espontâneos que seus antecessores.

10. Os pais, que já conhecem o ofício da paternidade, se mostram mais tranquilos diante da educação e do contato de seu filho caçula com o mundo. Isso converte os mais novos em pessoas mais intuitivas do que seus irmãos mais velhos, também mais engraçadas e, em algumas ocasiões, mais doces. Eles tendem a ouvir mais as pessoas e tentam conhecer seus desejos e intenções para poder dar um passo adiante.

Por que essas diferenças ocorrem? 

Muitos psicólogos têm sugerido que os irmãos constróem personalidades diferentes à medida em que adotam estratégias distintas para ganhar atenção e favor de seus pais. Segundo esta teoria, o filho mais velho pode ser mais propenso a se identificar com a autoridade e apoiar o status quo, enquanto as crianças mais jovens são mais propensas a procurar a atenção por se rebelar.

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