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Vacinas contra HPV, pneumonia e mais 2 doenças têm mudanças em 2016; informe-se

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Data específica, número de doses, injeção ou gotinha: toda vacina tem algumas características que devem ser repeitadas para que a imunização seja eficiente. Para este ano, haverá algumas alterações nesses critérios. Serão 4 mudanças que, segundo o Ministério da Saúde, são rotineiras e adaptativas a mudanças epidemiológicas e inclusão de novas vacinas. Veja quais são a seguir.

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Calendário de vacinação brasileiro: o que muda em 2016 

Vacina contra HPV

A vacina contra o HPV, antes composta por três doses, passa a ter apenas duas doses. A segunda dose deverá ser dada 6 meses após a primeira.

Segundo o governo, estudos mostraram que o esquema com duas doses em meninas de 9 a 14 anos é tão eficiente quanto as três doses em mulheres de 15 a 25 anos.

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Vacina contra pneumonia

O esquema da vacina pneumocócica 10 valente anterior era composto por três doses e um reforço. Agora ele passa a ter duas doses e um reforço. A criança deve tomar a vacina aos 2 e 4 meses, seguida de reforço entre 1 e 4 anos.

Vacina contra pólio

A terceira dose dessa vacina passa a ser injetável, como já são as primeiras e segunda doses. Apenas o reforço, administrado aos 15 meses, 4 anos e anualmente durante as campanhas de vacinação, continua sendo oral.

Vacina contra Meningite 

Nesse caso, o reforço que antes era preferencialmente dado aos 15 meses, passa a ser dado aos 12 meses.