Como escolher o melhor colchão

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Dores nas costas, no pescoço, má circulação, insônia e problemas graves na coluna. Esses são apenas alguns dos problemas que o uso de um colchão indevido pode causar. Por isso é fundamental fazer a escolha correta. “O colchão ideal é aquele que respeita a anatomia do corpo humano. O colchão muito mole tente a 'arquear' na região da lombar, fazendo um efeito como se a pessoa estivesse dormindo em uma rede. Já o colchão muito duro não permite a acomodação correta do corpo, podendo até gerar problemas de circulação sanguínea”, afirma Felipe Bettoni, diretor da Colchoaria Bettoni.

A qualidade do colchão irá variar de acordo com o material e/ou combinação de materiais utilizada. Mas para saber o que é melhor para cada pessoa é necessário testar e experimentar o colchão na loja antes de comprá-lo, pois cada um tem suas características e problemas particulares que devem ser considerados. Para aliviar dores nas costas, por exemplo, são recomendados colchões mais rígidos. O importante é que seja adequado para seu peso e estatura, e que proporcione uma sensação de conforto.

Também é importante cuidar corretamente do colchão e respeitar a sua 'vida útil'. “O colchão deve ser virado ou girado a cada 15 dias. Primeiramente vire da peseira para a cabeceira e, se tiver dois lados, vire após mais 15 dias e assim por diante. Esse 'rodízio' aumenta a durabilidade do colchão.

Em média, os de espuma devem ser trocados a cada 5 anos; os de molas com um lado a cada seis anos; os de molas com dois lados de oito a 10 anos; e os de molas com látex ou 100% látex de 10 a 15 anos”, explica. Outra recomendação é verificar se o produto possui o selo de certificação da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).