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Aromaterapia

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Você já ouviu falar em aromaterapia? A palavra parece familiar não é mesmo? Aroma se remete a “cheiro”, e terapia a “cura”. Essa técnica que envolve óleos essenciais surgiu na França nas primeiras décadas do século passado, e utiliza óleos de plantas retirados através da destilação a vapor para os mais diversos tratamentos.

Eles exercem influência no corpo e na mente, e funcionam como antibióticos naturais, prevenindo e tratando os sintomas físicos, mentais, emocionais e energéticos. Isto porque cada óleo essencial possui em sua composição inúmeros componentes químicos, o que o torna indicado para diversos casos.

Um bom exemplo é o óleo essencial de lavanda - lavandula oficinallis, que dentre suas inúmeras funções, possui ação calmante e por isso é frequentemente utilizado em casos de insônia e também ação anti-histamínica, o que o torna ideal para casos manifestações alérgicas na pele.

Eles penetram no organismo através do sistema respiratório, olfativo ou até mesmo pela pele, sendo completamente absorvidos. E podem ser usados de diversas maneiras: em massagens, inalações, sabonetes, misturados com cremes, compressas, escalda-pés, no banho entre outras. “Os óleos essenciais alcançam a corrente sanguínea através da pele, oferecendo assim efeitos físicos como desintoxicação do organismo, emulsificação de células de gordura, ou se desejar podem ser utilizados para regeneração celular, clareamento de manchas, entre outros”, complementa a Aromaterapeuta e diretora da Harmonie Daiana Petry.

A aromaterapia não pode ser utilizada por qualquer pessoa. Alguns óleos essenciais são proibidos para hipertensos como o alecrim, hortelã-pimenta, eucalipto, canela, cravo e gengibre. “É fundamental que antes de utilizar consulte um profissional (aromaterapeutas, naturólogos e farmacêuticos). Pois o uso sem conhecimento adequado pode causar sérios danos. Como queimaduras de pele, dores de cabeça, naúseas, entre outros” explica Daiana Petry.

As gestantes também devem evitar o uso de óleos essenciais tanto na forma de massagens como através de aromatizantes ambientais. O feto ainda não está com seu fígado bem formado, o que dificulta a metabolização de forma correta dos componentes do óleo essencial.

“Se você ainda não conhece e quiser usar algum óleo essencial, leia alguns livros de aromaterapia, existem diversos cursos. Vale à pena conhecer e desfrutar destas maravilhas, mas sempre com muita responsabilidade”, finaliza a aromaterapeuta.

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