Mitos e verdades sobre alimentação durante a amamentação

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Uma das dúvidas mais frequentes após o nascimento do bebê diz respeito ao que se deve ou não comer no período de amamentação. Antes de acreditar em tudo o que dizem por aí, é importante ouvir os profissionais da saúde.

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De acordo com a nutricionista do Amparo Maternal, Sheila Rodrigues, nenhum alimento é proibido durante a amamentação, porém é fundamental que a mulher faça escolhas conscientes. "É importante ter em mente que, quando a mãe pensa que certo alimento pode causar problemas, certamente ele causará. O psicológico da mãe é muito afetado neste período, por isso, a orientação do seu médico e nutricionista é sempre melhor que a da sua mãe, vó ou vizinha", explica.

Tudo o que a mãe ingere e o organismo metaboliza chega ao bebê através da amamentação, o que não significa que fará mal a ele. E aquela história de que cerveja preta aumenta a produção de leite? Apesar de a bebida estar associada à produção de prolactina (hormônio que "fabrica" e libera o leite), bebidas alcoólicas, bem como drogas, são expressamente proibidas durante a amamentação.

"Tentativa e erro" é o método mais eficiente para perceber se o seu filho tem reações a determinadas comidas, já que isso varia de criança para criança. A nutricionista selecionou alguns alimentos que comumente interferem no bem estar do pequenos.

Alimentos que podem causar reações na criança

Fermentadores. Brócolis, couve, bruxelas, repolho e o nabo devem ser excluídos nos primeiros 30 dias depois do parto e reinseridos na dieta gradativamente.

Alho e cebola. Podem causar alteração no gosto do leite, fazendo com que o bebê rejeite-o. Caso isso aconteça, interrompa a ingestão destes alimentos e volte a consumi-los após algumas semanas em pequenas quantidades.

Feijão, a lentilha e o grão de bico. Apesar de serem ricos em nutrientes, estes grãos podem favorecer a formação de gases na mãe e provocar desconforto no bebê.

Frutas cítricas. Laranja, o kiwi, o abacaxi e o morango podem desencadear processos alérgicos específicos como a vermelhidão, desconforto gastrintestinal e a coriza intensa.

Chocolate. Se consumido em excesso, pode causar irritabilidade, insônia e cólicas na criança.