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Relacionamento tóxico: 7 sinais de que seu parceiro pode ser abusivo

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Mixmike/iStock

Agressão física não é a única forma de abuso no relacionamento. Muitas vezes, a violência é moral e se dá por meio de ofensas, pressão, intimidação, injúria e ameaças verbais, dentre outros.

A situação é muito mais comum do que se imagina, já que, muitas vezes, ela é vista como um comportamento aceitável e até mesmo esperado - caso do ciúme, que é visto erroneamente como sinal de amor.

A violência psicológica pode ser ainda mais perigosa do que a física, porque envolve emocionalmente o agredido sem que ele perceba e o torna impotente diante da situação. A psiquiatra e psicanalista americana Gail Saltz, parceira do portal Health.com, informa 10 sinais alarmantes de que um parceiro pode se tornar abusivo.

Sinais de um parceiro abusivo

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shutterstock/271 EAK MOTO

1. Ele é ciumento e possessivo. "Ciúme não é igual a amor – e pode ser uma bandeira vermelha, especialmente se é expressado de maneira furiosa e crítica," diz a especialista.

2. Ele é controlador. "Cuidado com parceiros que agem como se você pertencesse a eles, dizendo o que você deve vestir ou fazer."

3. Ele isola você. "O parceiro está afastando você de seus amigos e familiares? Este geralmente é um prelúdio de abuso."

4. Ele é cada vez mais crítico. "A crítica pode ser sobre assuntos de maior ou menor importância: seu cabelo está muito curto, seu comportamento não está certo, etc."

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Martin Dimitrov/istock

5. Ele tem ‘pavio curto’. "Pessoas abusivas tendem a ser impulsivas, explodir rapidamente, ter dificuldade em lidar com frustrações e, geralmente, perdem a cabeça por pouca coisa."

7. Ele culpa os outros. "De alguma forma, nada nunca é culpa dele. De alguma forma, são sempre os outros que fizeram algo de errado para ele."

8. Quando ele bebe, fica nervoso. "Este é um sinal muito alarmante."

*Os pontos abordados na matéria são indicativos de um comportamento que pode se tornar abusivo e, portanto, merecem atenção, porém não são criminosos. No caso de violência doméstica, denuncie através da Central de Atendimento à Mulher (180). E lembre-se: a culpa nunca é da vítima.

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