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Mulher que teve 65% do corpo queimado vira inspiração por amor verdadeiro. Entenda razão

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Reprodução/Instagram

Em 2011, a australiana Turia Pitt teve 65% do corpo queimado durante um incêndio florestal em Kimberley, na sua terra natal. De lá para cá, foi uma longa recuperação, em que ela passou por mais de 200 cirurgias e precisou amputar quatro dedos das mãos. Turia teve a ajuda de seu namorado, Michael Hoskin, que cuidou dela durante todo o processo e fez questão de dar um passo adiante para reforçar ainda mais a união com a ex-modelo, pedindo-a em casamento.

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"Estou tão apaixonada. Há anos já sei que Michael é meu parceiro de vida, e sempre falamos de casamento, mas, ainda assim, a proposta foi uma surpresa", disse Turia em entrevista à Women’s Weekly australiana. "Tenho a sorte de ir dormir junto desse homem maravilhoso. Cada dia que acordo ao lado dele é um grande dia", completou ela, em sua conta no Facebook.

À época do incêndio, Michael largou o emprego de policial e se negou a contratar enfermeiros, assumindo a responsabilidade pelos cuidados com Turia. Foi nessa época que ele resolveu comprar o anel de diamante que usou para pedi-la em casamento. "Eu casei com a alma dela, com o caráter dela. Turia é a única mulher que continua a encher meus olhos", disse Michael à CNN.

Assumindo todas as marcas e cicatrizes do acidente, aos 28 anos, Turia é palestrante, escritora, atleta e engenheira. No ano passado, ela foi escolhida "A Mulher do Ano" pelo premiê australiano Tony Abbott. 

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