10 depoimentos chocantes de assédio na infância: campanha #primeiroassédio cresce

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Violência sexual contra a mulher é crime. Mas, muitas vezes, quem passa por isso tem medo de denunciar ou expor suas histórias, até mesmo para evitar julgamentos. Esse silenciamento é ainda mais comum quando os casos aconteceram durante a infância, já que, desde cedo, a maioria das mulheres é ensinada a não se aborrecer com a inconveniência masculina. Assim, as vítimas de pedofilia acabam sofrendo as consequências desse crime para a vida toda, sem terem a oportunidade ou a coragem de se abrir.

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O que é a campanha #primeiroassédio?

No entanto, um movimento vem encorajando as mulheres que passaram por algum tipo de abuso sexual na infância a compartilharem suas histórias. A hashtag #primeiroassédio foi lançada pelo coletivo feminista Think Olga e rapidamente entrou para os trend toppings do Twitter. Segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Pesquisa e Análise de Dados (IBPAD) foram mais de 2,5 mil tweets registrados até a tarde de quinta-feira (22/11). Muitas começaram a postar seus relatos também no Facebook.

O objetivo é incentivar mulheres a relatarem a primeira vez que passaram por isso e levantar a discussão sobre a pedofilia, que é crime. Nas respostas, casos que aconteceram aos 7, 8, 9 anos ou até menos. Mas, se para algumas a oportunidade de desabafar é libertadora, para outras o tema ainda é doloroso demais para ser abordado. Veja algumas histórias da campanha, que fazem refletir:

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