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Encalhado (a)? Aplicativos salvam você no Dia dos Namorados

[[{"fid":"1002786","view_mode":"default","fields":{"format":"default"},"type":"media","link_text":null,"attributes":{"alt":"Casal flerta no bar","title":"Casal flerta no bar","class":"media-element file-default"}}]]O Dia dos Namorados está chegando e você está sozinho (a)? Se quiser desencalhar, conhecer alguém para passar a noite de sexta-feira, de forma promissora ou apenas para uma pegação descompromissada, a tecnologia está aí para ajudar. Listamos seis aplicativos para todos os tipos de pessoas, gostos e intenções para que você possa evitar uma noite melancólica com um vinho barato, um cigarro no cinzeiro e uma cara embriagada no espelho do banheiro (na semana do Dia dos Namorados pode citar Engenheiros do Hawaii?). Já que há pouco mais de 154 milhões de smartphones no Brasil e estes aplicativos funcionam nos principais sistemas operacionais, não tem desculpa para não usar.Confira alguns dos aplicativos que podem salvar sua sexta-feira:

Tinder – O primeiro a se popularizar é o que se propõe ir mais direto ao assunto: com fotos e botões “match”, é uma coisa mais na linha: “achei bonito (a)” e vou marcar de sair. Apesar de que há muitos relatos de que homens, mesmo sem ouvir o famoso pedido “manda nudes”, estejam mandando fotos dos seus órgãos sexuais com frequência, o que afastou mulheres do aplicativo. De qualquer forma, no Brasil ainda é o mais popular. Em 2014 a empresa afirmou ter 100 milhões de usuários no mundo, 10% (10 milhões, portanto) no Brasil. (seria o terceiro mercado do aplicativo no mundo, atrás apenas de EUA e Reino Unido).Happn – É possível ver as pessoas que passaram a poucos metros de você. O famoso amor do metrô, do ônibus ou do elevador do prédio em que trabalha pode vingar, já que a timidez e/ou o medo de parecer um louco/a que aborda desconhecidos às 7h da manhã de uma segunda-feira nublada podem impedir que você conheça o amor da sua vida. O aplicativo mostra o horário  e o local aproximados em que as pessoas estiveram próximas umas das outras. O número de “crushes” vem crescendo no Brasil: no final de maio eram 330 mil usuários, de um total de 3,5 milhões no mundo todo.

Grindr – Lançado em 2009, está em 192 países e é voltado para o público gay e bissexual. Tem funcionamento parecido com o Happn. Durante a Copa de 2014 no Brasil havia pouco mais de 200 mil usuários registrados. O país é o sexto mercado do aplicativo no mundo.[[{"fid":"1002787","view_mode":"default","fields":{"format":"default"},"type":"media","link_text":null,"attributes":{"alt":"Casal nas preliminares","title":"Casal nas preliminares","class":"media-element file-default"}}]]Brenda – Conhecido como o “Grindr das lésbicas”, funciona de forma bem parecida, até por ter sido criado pela mesma empresa. Primeiro mostra as mulheres mais próximas, depois as que estão mais longe. Chat pode ser aberto instantaneamente e garante anonimato.

Kickoff  - Aplicativo não é para azaração, como o Tinder.  A ideia é que as pessoas comecem relacionamentos por ele. Para isso, limita o número de perfis vistos por dia e sugere só amigos de amigos, para que as pessoas possam conhecer outras do mesmo círculo social, o que, em teoria, já as aproxima por interesses em comum. Já tem 100 mil usuários no Brasil (mas funciona em Rio e São Paulo por enquanto).Amono – Mais um contra a pegação: não se vê a foto logo de início. As pessoas se conhecem pelos interesses e formações, mas no lugar das fotos há avatares. Já joguinhos que fazem as pessoas se conhecerem melhor e ganharem uma pontuação. Apenas depois de algum tempo é possível ver a foto.