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8 segredos de longevidade da mulher mais velha do mundo

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Reuters

Ela não é do século passado – é do século retrasado. A norte-americana Susannah Mushatt Jones entrou neste ano no Guiness como a mulher mais velha do mundo.

Susannah nasceu em 6 de julho de 1899, no Alabama, e se mudou ainda jovem para Nova York. Com 116 anos, é uma das poucas supercentenárias ainda vivas (um supercentenário tem mais de 110).

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Veja 8 segredos de sua longevidade:

#1 Vida de solteira e sem filhos

Susannah casou-se uma vez quando era jovem, mas se separou pouco tempo depois. Não teve filhos. Segundo familiares, “o foco dela era a forma de tratar os outros muito bem”.

#2 Ovos e bacon todos os dias

Eis o hábito alimentar de Susannah Mushatt Jones: ela acorda às 9:30 e toma café às 10:30. O que come? Ovos com bacon. Todos os dias. Come frutas na hora do almoço e janta, às 17:30, um prato de legumes, batatas e carne.

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#3 Segredo: Dormir

Quando perguntaram a ela o segredo da longevidade, foi bem direta: ‘dormir!’.

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Guiness

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#4 Dois medicamentos

Susannah toma apenas dois medicamentos por dia: um para controlar a pressão sanguínea, e uma vitamina para manter-se fortalecida.

#5 Nada de vícios

Bebidas? Álcool? Nada disso – Susannah evitou tais vícios ao longo de toda a vida: “Nunca bebi ou fumei. Sou carregada de amor e energia positiva. Esta é a chave para felicidade e vida longa”.

#6 Tiazona

Conhecida como ‘T’, cujo som lembra ‘aunt’ (ou ‘tia’ em inglês), Susannah tem mais de 100 sobrinhos e sobrinhas. Uma delas, Lavilla Mushatt Watson, escreveu a biografia oficial de Susannah.

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Christopher Lee/The New York Times

#7 Independência

Quando tinha cerca de 90 anos, Susannah passou a ficar com a visão debilitada. Antes disso, saía moderadamente e mantinha uma vida independente. “Ela era tão independente, que não queria que soubéssemos [da cegueira]”, contou a sobrinha Lavilla Watson.

#8 Generosidade e genética

Moradora do Brooklyn, ela se tornou a habitante mais velha de Nova York quando tinha 112 anos. Outro segredo que ela revela ter é a generosidade, mas também acredita que há algo genético: uma sobrinha de Susannah disse que, no Alabama, a família teve uma matrona que viveu 117 anos.

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