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6 coisas que você não sabia sobre o transplante de órgãos

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No mundo todo, o transplante de órgãos é algo complicado e pouco se fala sobre ele. Apesar de existir mais de 100 milhões de pessoas na lista de espera para receber um órgão que pode salvar suas vidas, o número de doadores é muito baixo.

Leia também: Robô faz primeira cirurgia completa na EuropaEnquanto os especialistas buscam formas de reduzir esta disparidade, a ciência segue buscando alternativas - como a impressão 3D - para solucionar o problema.Veja 6 dados curiosos sobre este processo:#6 É uma técnica muito nova[[{"fid":"1007361","view_mode":"default","fields":{"format":"default"},"type":"media","link_text":null,"attributes":{"class":"media-element file-full"}}]]

O primeiro transplante de rim bem-sucedido foi feito em 1954, entre gêmeos idênticos. O fato dos pacientes serem gêmeos facilitou a operação, eliminando o problema de imunossupressão. Anos depois, o médico que conduziu a operação, Joseph Murray, ganhou o prêmio Nobel de Medicina por seu feito.#5 O Irã é o único pais que regula e permite o tráfico de órgãos[[{"fid":"1007362","view_mode":"default","fields":{"format":"default"},"type":"media","link_text":null,"attributes":{"class":"media-element file-default"}}]]

Já era de se esperar que com uma disparidade tão grande entre pessoas na lista de espera e número de doadores, houvesse um mercado negro de órgãos. O chamado “mercado vermelho” move enormes montantes de dinheiro clandestino no mundo inteiro. No entanto, no Irã as coisas são um pouco diferentes: ele é o único país do mundo em que a venda de órgãos é legal. De fato, as ruas que rodeiam os hospitais mais importantes da Teerã estão cheia de “avisos” de gente vendendo órgãos.#4 A doação em vida vai além dos rins[[{"fid":"1007363","view_mode":"default","fields":{"format":"default"},"type":"media","link_text":null,"attributes":{"class":"media-element file-default"}}]]

Quando se fala em doação de órgãos, a maioria das pessoas pensam que isso é feito após a morte. No entanto, é possível doar um órgão enquanto você ainda está vivo. O tipo de doação em vida mais comum é a doação de um dos rins: cerca de 50% destes órgãos são doados por pacientes que ainda estão vivos.  Mas também é possível doar parte do fígado, um pulmão ou inclusive o intestino delgado em vida.#3 Rins de sobra?[[{"fid":"1007364","view_mode":"default","fields":{"format":"default"},"type":"media","link_text":null,"attributes":{"class":"media-element file-default"}}]]

Em geral, um transplante de órgãos implica em extrair um órgão afetado e substituí-lo por um novo. Entretanto, isto nem sempre acontece com os transplantes de rim. Por se tratar de um órgão que encontra-se em um lugar um tanto incômodo para sua extração, os médicos fazem o transplante do novo rim sem remover os anteriores, a menos que seja necessário, por causa de infecções ou razões similares.#2 Novas fronteiras[[{"fid":"1007365","view_mode":"default","fields":{"format":"default"},"type":"media","link_text":null,"attributes":{"class":"media-element file-default"}}]]

Apesar de sua curta história, a ciência dos transplantes avança cada vez mais rápido. Em 2005, foi realizado na França o primeiro transplante de face do mundo. Mas os cientistas pensam em ir mais além e espera-se que em 2017 seja feito o primeiro transplante de cabeça. Os especialistas temem as consequências deste experimento, mas isto não amedrontou Valery Spiridonov, um homem nascido na Rússia que será o primeiro paciente a receber uma 'nova' cabeça.#1 Vinte e dois[[{"fid":"1007366","view_mode":"default","fields":{"format":"default"},"type":"media","link_text":null,"attributes":{"class":"media-element file-default"}}]]

Este é o número de pessoas que morrem por dia à espera de um transplante. A escassez de órgãos é um verdadeiro problema mundial e os números só o deixam mais evidente.